Mais uma desilusão a acrescentar ao monte delas empilhadas no meu coração. Sinto cá no fundo que este arrepio, esta inconstância e esta instabilidade só vão passar quando estivermos longe um do outro. Afinal, longe da vista, longe do coração, não é?
Vejo-te sempre tão solitário, que chego a ter pena de ti. Uma força tentadora de ir ter contigo nasce dentro de mim, mas depois lembro-me do que me fizeste. E volto a cair em mim, evitando magoar-me novamente. Ia saber-me tão bem dar-te um não, mas quero tanto dizer-te que sim... Vejamos se algum dia o desejo falará mais alto que a mente, ou terei eu de os calar aos dois.
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