quarta-feira, 16 de abril de 2014

Meant to be

Engraçado como a vida nos prega partidas. Nunca estamos à espera do que nos reserva, tem tanto de surpresas boas como más, mas ele... Melhor surpresa até agora. Nunca pensei que o rapaz com quem eu brincava no parque em criança, num mundo que há muito deixei para trás voltasse a entrar na minha vida desta maneira. E não podia estar mais feliz, mais feliz que isto, só com ele a meu lado a toda a hora... Aquela sensação de que todas as peças do puzzle encaixam, de que estava destinado, de que somos perfeitos um para o outro não me sai do espírito, e que espírito radiante tem sido o meu, por fazê-lo a ele feliz.

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Self Love

Aprendi muito nestes últimos meses. Aprendi que maior que o amor que se tanto quer dar aos outros é o amor-próprio. Tive de me esforçar para o encontrar, sinceramente. Não é tarefa fácil ao final de 18 anos procurar qualidades e defeitos e aceitá-los, mas é uma necessidade básica para a felicidade. E estou perto

sábado, 25 de janeiro de 2014

Demasiado

Há muito que não escrevo porque há muito que não sei o que sinto. Pior, não sei o que tu sentes. Como é que consigo ser tão insegura?
Porque a confiança é como um espelho, mesmo partido e recolado, ainda consegues ver a racha na puta do reflexo. Sinto que nunca mais vou confiar em ti a cem por cento. Mesmo que as tuas atitudes provem que estás diferente, acho que não vou conseguir. Magoaste-me demasiado. Mas gosto demasiado de ti. És demasiado essencial na minha vida. És demasiado complicado e eu sou demasiado fã de enigmas. Um dia hei-de ver-te, transcendente, como tu me viste.

domingo, 6 de outubro de 2013

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Já não estava tão feliz desde o dia em que te conheci.

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Rascunhos

A chuva cai ao ritmo que caio em mim.
A inocência é levada para longe.
O medo, esse fica. Persegue-me.
Rezo para que a telepatia exista.
Para que saibas o que me vai nesta
Confusão a que chamo consciência
Que de consciente nada tem.
Penso sobre a ordem de acontecimentos
E quão manhosos e inesperados são.
Mais manhoso que o destino
É o quão vil é o nosso coração.

sábado, 27 de julho de 2013

Sempre ouvi falar que se dá mais valor às coisas quando estão longe. E a tua ausência ligou a torneira de pensamento, correndo diariamente, nadando sobre ti mas afogando-me. Entendo que para evitar desilusões não deveria de alimentar qualquer tipo de expectativa ou esperança, mas preciso de sonhar um pouco. Vou sentir a tua falta. E o pior é que não faço a mínima se irás sentir a minha ou não. Como o mistério nos prega partidas...