Coragem
Decidi ganhar os tais 2 segundos de coragem insana para chegar até ti. Não aguentava mais. Precisava de algum sinal de ti. Amanhã vamos esclarecer tudo e vou ficar a descobrir se é ao teu lado que vou ficar ou se ficámos por aqui. Toda a minha desejei conhecer alguém como tu. E fui a rapariga mais sortuda no mundo por te ter tido. E serei oficialmente a mais sortuda se por acaso quiseres ficar comigo. A curiosidade, a insegurança, a ansiedade e a instabilidade tomam conta de mim enquanto penso no que te irei dizer amanhã. Apenas me basearei num princípio: falar a verdade mesmo que a voz trema. Quero o nosso amor intacto. Como estava antes. Quero-te de volta. Quero fazer-te feliz. Quero rir contigo. Quero chorar contigo. Quero tudo e agora não tenho nada...
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
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Silêncio
A ressaca ainda perdura. Sinto-me cansada assim que acordo. Nada no telemóvel. Nem uma mensagem. Uma porra de uma mensagem que mostraria que pensas em mim. Estou a remoer-me por dentro para não ir suplicar-te para voltares, pois o orgulho também se mostra resistente. Estou a dar-te espaço. Tempo. Tempo para pensares se é comigo que realmente queres ficar. Tempo para descobrires se vale a pena magoares-te por alguém tão banal como eu. Se eu desaparecesse, sentirias a minha falta? Mil e quinhentas perguntas, zero respostas. O teu silêncio condena-me à eterna ansiedade. O que precisarei eu de fazer mais para te provar que mereço estar contigo?
Por outro lado penso, inseguro como és, se não estaremos a fazer os dois a nossa imaginação patética estragar tudo. No início disseste-me para eu ter cuidado para não me magoar, mas que contigo não iria acontecer. Será que o teu silêncio é para não me magoares e para não me dizeres o que não quero ouvir?
A minha mente é minha inimiga. Penso sempre que as atitudes das pessoas para comigo são sempre negativas. Penso sempre que eu é que estou mal e que sou eu a culpada.
Disseste que ias curar as minhas inseguranças. Estou mais insegura que nunca. Preciso de ti para saber que viver vale a pena, e não apenas sobreviver. Ainda assim, vou-te dar todo o tempo que precisares. Gostaria apenas saber de quanto precisas. A saudade aperta. O laço vai desapertando...
A ressaca ainda perdura. Sinto-me cansada assim que acordo. Nada no telemóvel. Nem uma mensagem. Uma porra de uma mensagem que mostraria que pensas em mim. Estou a remoer-me por dentro para não ir suplicar-te para voltares, pois o orgulho também se mostra resistente. Estou a dar-te espaço. Tempo. Tempo para pensares se é comigo que realmente queres ficar. Tempo para descobrires se vale a pena magoares-te por alguém tão banal como eu. Se eu desaparecesse, sentirias a minha falta? Mil e quinhentas perguntas, zero respostas. O teu silêncio condena-me à eterna ansiedade. O que precisarei eu de fazer mais para te provar que mereço estar contigo?
Por outro lado penso, inseguro como és, se não estaremos a fazer os dois a nossa imaginação patética estragar tudo. No início disseste-me para eu ter cuidado para não me magoar, mas que contigo não iria acontecer. Será que o teu silêncio é para não me magoares e para não me dizeres o que não quero ouvir?
A minha mente é minha inimiga. Penso sempre que as atitudes das pessoas para comigo são sempre negativas. Penso sempre que eu é que estou mal e que sou eu a culpada.
Disseste que ias curar as minhas inseguranças. Estou mais insegura que nunca. Preciso de ti para saber que viver vale a pena, e não apenas sobreviver. Ainda assim, vou-te dar todo o tempo que precisares. Gostaria apenas saber de quanto precisas. A saudade aperta. O laço vai desapertando...
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Medo
Tento não fazer dos meus pensamentos monstros que me comem por dentro. Tento mudá-los e viver a o meu momento comigo sem ti lá. Tentei. Cada minuto que passou tive de te ter ao meu alcance, mesmo sabendo que estarias de braços fechados. Tentei mostrar-me que me consigo divertir sem ti, sem recorrer a nada ou ninguém. Tentei e consegui (não mostrar que não consegui). Tentei manter-te afastado do meu pensamento metódico e repetitivo. Tentei não pensar que poderás não me querer de volta, que tenhas descoberto o meu lado mau e que não consigas aceitá-lo. Será que os dias em que estivemos afastados deu para perceber que foste feliz sem mim ou que sentis-te a minha falta? Mil perguntas, zero respostas. Agora devo esperar (impacientemente) por um sinal que te diga que mais ninguém irá tratar-te tão bem quanto eu. Que ninguém te quer mais feliz que eu. Que encaixamos como peças de puzzle. Que devemos e precisamos de ficar juntos. Apetece-me dormir até acordar por tua causa. Se decidires passar mais dias a pensar e a dar comigo em doida eu todos os dias irei olhar para o telefone e o meu coração há-de bater mais só de pensar que podes ser tu.
Tento não fazer dos meus pensamentos monstros que me comem por dentro. Tento mudá-los e viver a o meu momento comigo sem ti lá. Tentei. Cada minuto que passou tive de te ter ao meu alcance, mesmo sabendo que estarias de braços fechados. Tentei mostrar-me que me consigo divertir sem ti, sem recorrer a nada ou ninguém. Tentei e consegui (não mostrar que não consegui). Tentei manter-te afastado do meu pensamento metódico e repetitivo. Tentei não pensar que poderás não me querer de volta, que tenhas descoberto o meu lado mau e que não consigas aceitá-lo. Será que os dias em que estivemos afastados deu para perceber que foste feliz sem mim ou que sentis-te a minha falta? Mil perguntas, zero respostas. Agora devo esperar (impacientemente) por um sinal que te diga que mais ninguém irá tratar-te tão bem quanto eu. Que ninguém te quer mais feliz que eu. Que encaixamos como peças de puzzle. Que devemos e precisamos de ficar juntos. Apetece-me dormir até acordar por tua causa. Se decidires passar mais dias a pensar e a dar comigo em doida eu todos os dias irei olhar para o telefone e o meu coração há-de bater mais só de pensar que podes ser tu.
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