Eu... Sinto-me tão egocêntrica apenas por proferir tal palavra. Existe sempre a necessidade assombrosa de resolver os problemas de alguma alma próxima mas perdida, em si própria, muitas das vezes. Sou um pedaço da Natureza bruta e original. Sou um pedaço do céu estrelado, sou um pedaço de mar, sou e pedaço de vento quente de Verão. Sou uma alma livre, com as emoções à flor da pele, acompanhando sempre a maré das energias positivas que a vida (caixa de surpresas!) nos dá. Sou interessada pelo que me rodeia. Quero conhecer tudo o que há para conhecer. Quero explorar os ares do desconhecido. Quero ser melhor a cada dia que passa. Tento ser melhor. Tento ser mais eu.
Confiança, essa precisa-se. Mas como arranjar coragem para criar algo que não existe?
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