Peço-te que decidas o que queres para ti. O que é melhor. Mesmo que não seja eu, quero sabe-lo. Assim talvez possa deixar de nadar neste mar de incerteza sem qualquer fundo. É inevitável tentares atirar-me areia para os olhos, porque eu conheço-te. E tu a mim.
Sinto-me desamparada e com falta de consistência. As tuas palavras não soam honestas. Soam interesseiras e calculistas. Tu não és assim. Tu és a pessoa mais bondosa que conheço.
Mas depois... quando não falas, apenas me olhas, consigo ouvir outro discurso completamente diferente. Não sei se me fazes alucinar de tal forma a imaginar coisas onde não existem. Tal como o poderás ter feito o tempo todo...
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