A chuva cai ao ritmo que caio em mim.
A inocência é levada para longe.
O medo, esse fica. Persegue-me.
Rezo para que a telepatia exista.
Para que saibas o que me vai nesta
Confusão a que chamo consciência
Que de consciente nada tem.
Penso sobre a ordem de acontecimentos
E quão manhosos e inesperados são.
Mais manhoso que o destino
É o quão vil é o nosso coração.
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